Introdução
O
presente trabalho aborda a febre amarela uma doença que afecta o fígado.
.
Os sintomas geralmente melhoram ao fim de cinco dias, Em algumas pessoas, no
prazo de um dia após os sintomas melhorarem, a febre regressa, aparecem dores
abdominais e as lesões no fígado causam icterícia. Quando isto
ocorre, aumenta o risco de insuficiência renal.
o
vírus da febre amarela é transmitido pela picada de um mosquito fêmea infectado, e infecta apenas seres
humanos, outros primatas e várias espécies de mosquitos, nas cidades
é transmitida principalmente por mosquitos.
A Febre amarela
A Febre amarela é uma doença aguda causada pelo vírus da febre
amarela. Na maior parte dos casos, os sintomas
incluem febre, calafrios, perda de
apetite, náuseas, dores de cabeça e dores musculares,
principalmente nas costas. Os sintomas geralmente melhoram ao fim de cinco
dias, Em algumas pessoas, no prazo de um dia após os sintomas melhorarem, a
febre regressa, aparecem dores abdominais e as lesões
no fígado causam icterícia. Quando isto ocorre, aumenta o risco
de insuficiência renal(OMS, 2013).
Causas
Muitos danos são causados pelos complexos
de anticorpos produzidos. O grande número de vírus pode produzir
massas de anticorpos ligados a inúmeros vírus e uns aos outros que danificam o
endotélio dos vasos, levando a hemorragias. Os vírus infectam principalmente
da células de defesa do nosso corpo. O período de incubação é de três a
sete dias após a picada ( Franco, O,
1969).
Modo de transmissão
Segundo Lindenbach, B. D, et al (2007), o vírus da febre
amarela é transmitido pela picada de um mosquito fêmea infectado, e
infecta apenas seres humanos, outros primatas e várias espécies de
mosquitos, nas cidades é transmitida principalmente por mosquitos.
A prevenção da febre amarela se dá através do combate aos
mosquitos e de vacinação, nas áreas de risco,
a vacinação deve ser feita a partir dos seis meses de vida, enquanto nas outras
áreas pode ser a partir dos nove meses.
Medidas Educativas
As actividades de
educação em saúde devem permear todas as acções de vigilância e controle da
febre amarela, o que requer o envolvimento das equipes multiinstituicionais
Devem ser
dirigidas especialmente à população residente nas áreas endêmias e de transição,
à população migrante e grupos de risco em seus locais de procedência antes para
essas áreas,
indicadores
prognósticos
Algumas
características clínicas da febre amarela se relacionam com grande
probabilidade de morte (OPS, 1987) :
Insuficiência
renal causada por necrose tubular aguda;
Aparecimento
precoce de hipotensão;
Rápida
progressão do período de intoxicação e aumento acelerado da biliruribina
sérical,
Choque;
Coma e
convulsões.
.Controlo
dos mosquitos
O risco de transmissão da febre
amarela nas zonas urbanas pode ser reduzido, eliminando os potenciais locais de
reprodução dos mosquitos, através da aplicação de larvicidas aos reservatórios
de água e outros locais onde exista água estagnada. A pulverização de
insecticidas para matar os mosquitos adultos durante epidemias urbanas pode
ajudar a reduzir o número de mosquitos, reduzindo assim também as potenciais
fontes de transmissão da febre amarela ( OMS, 2013).
Precauções
Algumas
situações representam maior risco de eventos adversos pós-vacinação, sendo necessária
avaliação criteriosa e individualizada do benefício-risco para a recomendação
da vacina, levando-se em consideração as situações onde se encontram as pessoas
ou para onde vão se deslocar: em áreas com recomendação de vacina (ACRV) ou em
situações de surtos ou de intensificação de vacinação contra a febre amarela.
(OMS, 2013)
São elas: -
Doenças agudas febris moderadas ou graves: recomenda-se adiar a vacinação até a
resolução do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações
da doença. - Primovacinação de pessoas com 60 anos e mais. - Doadores de sangue
ou órgãos: pessoas vacinadas devem aguardar quatro semanas após a vacinação
para doar sangue e/ou órgãos. - Pessoas infectadas pelo HIV, assintomáticos e
com imunossupressão moderada, de acordo com a contagem de células CD4. -
Pessoas com doenças de etiologia potencialmente autoimune devem ser avaliados
caso a caso tendo em vista a possibilidade de imunossupressão.
Pessoas
com doenças hematológicas devem ser avaliados caso a caso. - Pacientes que
tenham desencadeado doença neurológica de natureza desmielinizante (Síndrome de
Guillain Barre, Encefalomielite Disseminada Aguda (ADEM) e Esclerose Múltipla)
no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da VFA. - Gestantes
e mulheres amamentando: a vacinação de gestantes e lactantes não é recomendada
em áreas sem circulação viral.
Nas áreas
com confirmação de circulação viral (epizootias, casos humanos e ou
vetorinfectados com o vírus da febre amarela), as gestantes e lactantes devem
ser vacinadas. Recomenda-se a suspensão do aleitamento materno por dez dias
após a vacinação.
É
importante procurar um serviço de saúde para orientação e acompanhamento a fim
de manter a produção do leite materno e garantir o retorno à lactação. Esta
recomendação é baseada nas evidências atuais e pode ser modificada futuramente.
Conclusão
Algumas
situações representam maior risco de eventos adversos pós-vacinação, sendo
necessária avaliação criteriosa e individualizada do benefício-risco para a
recomendação da vacina, levando-se em consideração as situações onde se
encontram as pessoas ou para onde vão se deslocar: em áreas com recomendação de
vacina
As actividades de
educação em saúde devem permear todas as acções de vigilância e controle da
febre amarela, o que requer o envolvimento das equipes multiinstituicionais
Devem ser
dirigidas especialmente à população residente nas áreas endêmias e de
transição, à população migrante e grupos de risco em seus locais de procedência
antes para essas áreas.
1. Franco,
O,(1969), História da febre amarela no Brasil. Revista Brasileira
de Malariologia e Doenças Tropicais. Disponivel em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Febre_amarela#Causas.
Acessado em 14 de maio de 2018.
2. Lindenbach, B. D, et al (2007), Flaviviridae:
The virus and their replication, Knipe, D, M, P, M, Howley. Fields
virology 5th ed. Philadelphia, PA. Disponivel em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Febre_amarela.
Acessado em 14 de Maio de 2018.
3. OPS (1987), Guias para la
vigilancia, prevencion y control de la fiebre amarilla Publicación Cientifica No.
410. Washington D.C. Disponivel em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_vigilancia_epid_febre_amarela.pdf.
Acessado em 14 de Maio de 2018.
4. World Health Organization( 2013) Yellow
fever fact. Disponivel em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Febre_amarela.
Acessado em 14 de Maio de 2018
bom
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